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Hii people,

bem o meu grupo não perde tempo, e hoje de manhã reunimo-nos para começar a fazer as filmagens, correu tudo bem e até houve momentos de gravação engraçados.

Em pouco tempo, cerca de meia hora, conseguimos gravar o inicio e o fim do nosso vídeo, em que eu, a protagonista, vê-se a viver momentos de bastante balanço na sua vida, o vício das drogas, do álcool e do jogo.. até que “acorda” e vê que não passa de um pensamento e se apercebe que todos aqueles actos têm consequências más na sua vida e na dos que a rodeiam, e decidi continuar a ser a pessoa que sempre foi, introvertida, pacata..

(deixo-vos aqui um cheirinho, até verem o filme!!)

BOM FIM DE SEMANA!

novo projecto; vídeo

Boas tardes,

depois de algum tempo sem postar no blog, por falta de tempo e também com os problemas técnicos todos que me têm ocorrido com os pc’s, net e bla bla bla, lá consegui ter tempinho para cá vir e falar-vos no novo projecto desta vez de vídeo. A proposta foi lançada à cerca de um mês pelo professor da disciplina que desde então nos deu apoio teórico acerca de vídeo e do Adobe Premier, programa de edição de vídeo que vamos usar.

O desafio desta vez não era só o facto de ser para muitos a primeira vez a ter um contacto mais próximo com as camêras, com os microfones, com o programa em si da edição de vídeo, etc etc, mas também o facto de que, desta vez o  trabalho seria em grupos de 4 a 5 pessoas.

Sem qualquer opção de escolha, o meu grupo ficou definido por mim, o João Mota, a Maria do Rosário e a Andreia, o que até me deixou satisfeita porque todos os membros se mostraram empenhados e com bastantes ideias para o trabalho! O tema mais uma vez tinha que ser “Responsabilidade Social”, então daí resultou a nossa ideia: mostrar aos espectadores que nem sempre aquilo que nos dá mais gozo fazer, que é mais divertido ou que aos nossos olhos parece “fixe” é o melhor caminho, fazendo o contraste entre essas situaçoes mostrando as consequências dos actos..

Recycling Deluxe

Hii,

Durante as férias de carnaval, estava eu a passar os canais da televisão, e por incrível que pareça no programa da TVI “Você na TV”, estava a dar uma entrevista de uma miudinha que recicla a roupa, e eu achei interessante, afinal de contas é uma forma de arte!

Aqui vos deixo o blog dela, e aproveitam façam muitas encomendas, (ahah)

http://www.recyclingdeluxe.blogspot.com/

Bom dia,

No meio de uma pesquisa sobre não-lugares, encontrei um site interessante para o nosso projecto de áudio. Lá encontramos não-lugares na cidade do Porto, aconselho a todos que dêm uma vista de olhos por lá, pode ser que ajude!!

site: http://www.nao-lugares.com/home.html

blog: http://naolugaresnoporto.blogspot.com/

– Novo projecto de Oficina de Multimédia: Instalação (recurso: audio)

– Consiste na realização de uma instalação (obrigatório o uso de áudio, capturado e trabalhado por nós) e abordando o tema dos não-lugares.

– Texto retirado do blog de Claudia Pereira (http://claudiampereira.wordpress.com/2010/02/03/intalacao-projecto-audio/)

“No passado dia 26 de Novembro de 2009, o grupo VIV’ARTE | arte para todos, organizou uma visita de estudo a Lisboa na qual constava a visita guiada à Gulbenkian e a visita à Feira de Arte contenporario realizada na Fill – a arte lisboa 09.

Durante a visita guiada na Gulbenkianvimos uma instalação de um autor cuja ideia base se aproxima da minha em determinados pontos.

Tratava-se de um espaço vedado onde o autor circulava; nesse espaço haviam umas cordas e no fundo de tudo um cavalete. Ao lado do cavalete estavam a ser projectadas imagens do autor enquanto montava a obra (os que visitaram, recordam-se?).

Este trabalho era então uma instalação e, se analisarmos bem, o meu trabalho toca esta instalação em alguns pontos!

Assim, a arte esta representada por um cavalete, que por muito que o mundo artístico tenha mudado continua a ser um dos principais símbolos das artes plásticas – cuja temática o liga imediatamente ao ideal do grupo “arte para todos” do projecto VIV’ARTE, cumprindo o nosso objectivo (tanto meu como da Daniela) na realização deste projecto de forma a que o podessemos interligar com as actividades de area de proecto;

Na instalação da Gulbenkian, as imagens do autor estavam a ser projectadas como recurso á ausência do autor no espaço, porque na realidade (como explicou a guia) o autor quando projectou a obra pretendia estar presente e agir directamente com a obra diante do público; estando a instalação num museu seria impossível manter o autor ali todo o tempo, motivo pelo qual aparecem na obra as fotografias projectadas.

Tal como este autor, também nós pretendemos agir directamente com a obra! Não deixando ela necessariamente de ser uma instalação, no meu ponto de vista (e deste autor também).

Assim, pretendemos ter uma intervenção directa com a nossa própria obra, criando um dinamismo talvez um bocadinho fora do comum.

Não sei se me fiz entender correctamente…

Quanto aos sons, tratar-se-iam de sons que podem ser produzidos – acidentalmente, ou não – enquanto se pinta uma tela. Vejamos alguns exemplos: Se os pincéis caírem ao chão, produzirão um som; da mesma forma que a tinta ao sair da embalagem produz um outro som; o próprio pintor produz sons quando se movimenta para ir buscar este ou aquele material.

Todos estes sons se fariam então acompanhar de uma música de fundo, de carácter calmo e sereno fazendo transparecer as características calmantes e de certa forma terapêuticas da pintura!

Como elo de ligação entre a arte e os “não lugares” projectaríamos sobre a tela imagens que tão rapidamente apareceriam como poucos segundos depois desapareceriam, de lugares de ninguém que são muitas vezes  aproveitados por artistas de rua para fazerem deles a sua própria arte

Penso que esta minha ideia não foge de forma alguma à definição de instalação uma vez que todos os pormenores foram pensados com o intuito de criar uma mensagem que será assim transmitida ao espectador despertando nele sensações: como já escrevi num dos meus posts, “a arte de instalações, também denominada de krafts, é uma manifestação artística muito usual a partir de meados do século XX onde a obra é composta pelo autor num ambiente criado, fechado ou não, e que joga com a organização dos elementos que compõem a obra. Assim, a disposição de elementos no espaço tem sempre uma intenção – normalmente de criar uma relação com o espectador, isto é, provocar sensações tanto físicas como emocionais: frio, calor, odore, som, medo, curiosidade, ou qualquer coisa que simplesmente chame a atenção do público em redor. “

Espero ter sido um pouco mais clara quanto ao propósito deste meu projecto!”

Boa Noite !!

Depois de muito tempo sem postar cá vai o resultado final do meu projecto “responsabilidade social” realizado em photoshop.

No relatório contêm todo o processo ao longo do meu trabalho..

1º Resultado Final

Boa noite !!

Anteriormente já vos tinha falado do projecto que tenho vindo a desenvolver na disciplina de Oficina de Multimédia, o nosso primeiro trabalho com Freehand. E aqui vos deixo mais uma imagens do que será estampado na minha t-shirt (ainda por acabar, faltando pequenas coisas).

parte de trás

parte da frente